Existem imagens ,que dispensam as palavras,esta e uma delas.
Os Policias também são humanos, possuem coração e sentimentos e quando
se trata da morte de um colega de profissão, independente da Força de
Segurança a que pertença e da zona do Mundo onde esteja,eles sentem-na como se fosse a propria.
Policias serão sempre Policias e a força deles no cumprimento da Lei
não vai enfraquecer, saberão honrar a memória da Vanessa,a colega do CNP
e de tantos outros que perderam a vida tal como ela,no cumprimento do
dever.
domingo, 30 de novembro de 2014
Ultima homenagem a Vanessa,a policia de Vigo baleada e morta no cumprimento do dever
Agentes
da polícia local e nacional de Vigo, prestam homenagem e escoltam os
restos mortais da agente Vanessa,que foi baleada e morta em serviço,dois
dias depois de regressar ao trabalho apos ter sido mãe.
Esta escolta,é provavelemente aquela que nenhum policia gosta de fazer,pois nestas alturas,todos os policias sentem aquela perda como sendo deles proprios,pois todos eles saiem de casa e não sabem se voltam a entrar!
Esta escolta,é provavelemente aquela que nenhum policia gosta de fazer,pois nestas alturas,todos os policias sentem aquela perda como sendo deles proprios,pois todos eles saiem de casa e não sabem se voltam a entrar!
JORNAL «CORREIO DA MANHû ACUSOU POLÍCIAS DE PRENDER INOCENTE E A NOTÍCIA REVELOU-SE FALSA
"Luís Maria, que chegou a ser alvo de uma investigação interna
da PSP para se apurar as circunstâncias em que Mário Brites tinha sido
detido, apresentou já várias queixas contra diversos órgãos de
Comunicação Social, jornalistas e comentadores, entre os quais o jornal
Correio da Manhã e a TVI .
Segundo a manchete do jornal CORREIO DA MANHÃ – edição de 06-10-2011
-, e depois citada por quase todos os órgãos de comunicação social do
País e largamente difundida na Internet, um homem “inocente” teria sido
preso durante cinco meses por dois polícias que teriam forjado provas. O
Ministério Público acusou recentemente o indivíduo de ter tentado
assassinar o Polícia. E agora quem indemniza e lava a imagem dos agente
Luís Maria e António Nereu? Por causa da notícia os polícias e a PSP
estiveram debaixo de fogo. O «Correio da Manhã«,uma espécier de Crime
diário, por que não faz uma manchete a dizer: ACUSADO POLÍCIA INOCENTE
DE PRENDER INOCENTE!, cumprindo as normas éticas e deontológicas que
devem caracterizar um orgão de comunicação social que é líder de
audiências e, por isso mesmo, devia ter cautelas acrescidas na
divulgação de noticias,cumprindo as regras éticas e deontológicas que se
impunham
Segundo revelou o jornalista Carlos Tomás, no jornal «o Crime», um indivíduo que vários órgãos de Comunicação Social disseram ter estado cinco meses preso preventivamente, estando, segundo foi então divulgado, inocente, foi este mês formalmente acusado dos crimes que lhe eram atribuídos e que motivaram a sua prisão preventiva: ameaças à integridade física, posse de arma proibida e tentativa de homicídio de um agente da PSP que participou na sua detenção. Mário Brites, de 41 anos, foi posto em liberdade, em Outubro de 2011 e o agente da PSP passou a ser indicado como suspeito de ter falsificado os autos da detenção e inventado o crime, tendo para isso contado com a ajuda de outro polícia. Uma alegada vingança pessoal teria estado na origem da “montagem” do crime, segundo a versão tornada pública pelo jornal Correio da Manhã e que foi sempre refutada pelo agente envolvido, Luís Maria e pelo seu colega, António Nereu, que continuam ao serviço. O arguido agora acusado sempre clamou a sua inocência.
“Vingança de quê? Eu não tinha motivo nenhum para me querer vingar desse indivíduo. Pelo contrário. Ele é que tinha, porque devia dinheiro ao condomínio do prédio onde sou administrador. Aliás, eu até tinha uma ordem de penhora do carro dele e não a executei por achar que o prédio ficava mais bem servido se recebesse o dinheiro em
dívida. Ele é que me ameaçou várias vezes de morte, tanto à porta do
prédio, como na esquadra do Cacém, onde presto serviço. Foi detido
quando tentou concretizar essa ameaça”, garantiu a “o Crime” Luís Maria,
o agente sobre quem foram lançadas suspeitas de ter prendido “um
inocente” e que viu este mês o Ministério Público de Sintra dar-lhe
razão.
O agente-principal vai mais longe: “Pergunto apenas uma coisa: o que estava o indivíduo a fazer à porta do prédio que eu administro, às 21h00, e armado, se ele já não vive lá há mais de dois anos? Horas antes da ocorrência andou por lá a dizer que me queria matar. Os exames feitos no Laboratório de Polícia Científica confirmaram logo na altura que ele disparou uma arma. Depois vieram dizer que eu plantei a arma no local do crime e um invólucro. Uma loucura. Estou na classe exemplar de comportamento da PSP e ele tem um cadastro enorme e queriam que eu fosse o criminoso? Não tinha lógica nenhuma e agora tudo se esclareceu.”
Espancou grávida
António Nereu, o agente que, segundo as notícias tornadas públicas em Outubro do ano passado, era suspeito de cumplicidade no caso da prisão com provas falsas de Mário Brites é lacónico: “Limitei-me a contar a verdade no sítio onde devia. Nada tenho a dizer sobre isso. O que se passou já disse em sede própria e mantenho tudo.”
António Nereu garantiu no inquérito que fundamentou a acusação agora deduzida pelo Ministério Público que ouviu dois tiros e que saiu do carro onde aguardava pela chegada de Luís Maria para irem jantar para ver o que se passava. Deparou-se com o colega envolvido em confrontos físicos com Mário Brites e ajudou a dominá-lo. Segundo as notícias então divulgadas, a PJ interrogou vários vizinhos e nenhum deles disse ter ouvido disparos. Curiosamente, no inquérito não consta nenhum desses interrogatórios supostamente feitos por investigadores da Judiciária
Segundo a acusação do Ministério Público, um carro penhorado terá estado na origem da tentativa de homicídio qualificado do agente da PSP da esquadra do Cacém. O caso ocorreu em Maio de 2011, na Rua Cidade de Londres, naquela localidade do concelho de Sintra, quando Mário Brites, diz o Ministério Público, fez uma espera ao polícia, a quem já ameaçara várias vezes, acabando por sacar de uma arma e efectuar dois disparos sem que, no entanto, conseguisse atingir o alvo. Acabaria por ser desarmado e detido pelo próprio agente e por outro elemento da PSP.
Segundo a acusação, Mário Brites, natural de Moçambique, deslocou-se à Rua Cidade de Londres na tarde de um sábado e começou de imediato a procurar o agente Luís Maria, que não se encontrava na sua residência, situada no nº 11 daquela artéria do Cacém, prédio onde o indivíduo também viveu, deixando uma dívida por saldar ao condomínio após vender a casa. Face à ausência do polícia, igualmente administrador do imóvel, Mário Brites tornou público que estava ali para o balear.
«Não é verdade que o tipo que foi solto não tenha feito nada naquele dia como dizem. Ele bateu a todas as portas do prédio à procura do administrador e a dizer que era desta que o matava. Dizia que lhe metia três balázios na cabeça. O indivíduo é muito conflituoso e toda a gente aqui na zona tem medo dele. Vivia com uma mulher em quem batia quase todos os dias. A coitada da senhora estava grávida e ele dava-lhe pontapés na barriga. A primeira mulher dele fugiu de casa por não aguentar os maus tratos», contou um dos moradores do prédio nº 11, solicitando o anonimato. Existe uma queixa no Ministério Público, a que o jornal “o Crime” teve acesso, da jovem de 17 anos que acusa Mário Brites de a ter espancado quando estava grávida.
O agente Luís Maria, segundo consta da acusação, terá sido avisado por um vizinho, via telemóvel, da espera que lhe estava a ser feita e interrompeu as compras que estava a fazer num hipermercado para ir confrontar o indivíduo. Mal se aproximou de Mário Brites este sacou de uma pistola calibre 6,35 milímetros e tentou alvejá-lo. Porém, o agente conseguiu agarrar-lhe o braço e desviar a pistola da sua direcção, tendo os dois disparos que o agressor fez saído em direcção ao céu, não ferindo ninguém. Após evitar ser baleado o agente conseguiu fazer com que o agressor largasse a arma e, contando com a ajuda de um segundo polícia, António Nereu, com quem Luís Maria tinha combinado jantar nessa noite, deteve o alegado agressor.
Em liberdade
Durante os confrontos, consta ainda da acusação, aproximou-se do local uma quarta pessoa, que foi identificada como sendo Marco Lança, e que terá tentado evitar que Luís Maria recebesse a ajuda do colega, tendo este último usado gás pimenta para afastar o indivíduo do local. Efectuada a detenção e já sem Marco Lança presente, os agentes rapidamente se aperceberam que a arma usada na tentativa de homicídio tinha desaparecido. Com a chegada de mais polícias ao local, iniciaram-se de imediato buscas para se tentar encontrar a arma que acabou por ser localizada junto a uma roda de um carro estacionado em frente ao prédio onde vive Marco Lança. A arma ainda estava carregada quando foi recuperada, com apenas uma munição na câmara e pronta a fazer fogo. Foi o próprio Luís Maria que, horas mais tarde, por ordens superiores, se deslocou ao local à procura dos invólucros, tendo apenas recuperado um.
Antes de se dirigir à Rua Cidade de Londres, consta ainda da acusação do Ministério Público, o indivíduo em causa já tinha sido interveniente noutro confronto, também com recurso a arma de fogo, que não usou, na Rua Malaquíades Marques, tendo-se colocado em fuga na respectiva viatura quando vários populares o tentaram prender.
Luís Maria diz, na acusação, que as ameaças contra si começaram sensivelmente seis meses antes do incidente que levou à detenção de Mário Brites, altura em que o indivíduo vendeu a casa que tinha no 4º andar do nº 11 da Rua Cidade de Londres, deixando uma dívida superior a mil euros ao condomínio. O agente revelou que tentou receber a quantia em falta enquanto administrador do imóvel, mas sempre sem sucesso, acabando a administração de condóminos por mover uma acção executiva que culminou com a penhora da viatura de Mário Brites.
Na sequência do confronto com o ex-vizinho, lê-se na acusação, o agente Luís Maria sofreu várias escoriações nos braços e no pescoço, o mesmo sucedendo com o agressor, mas nenhum precisou de receber tratamento hospitalar. O polícia ficou ainda com os óculos e um relógio partidos.
Mário Brites, que vai permanecer em liberdade até ao julgamento, está sujeito a apresentações diárias no posto da GNR da área da sua residência e proibido de se aproximar a menos de 300 metros de Luís Maria. Incorre numa pena que varia entre os 12 e os 25 anos de prisão.
Refira-se que tanto Luís Maria como António Nereu, apesar das inúmeras notícias dando conta de que eram suspeitos de forjar provas e de incriminar um “inocente”, nunca foram arguidos em qualquer processo e que a decisão de mandar para a prisão Mário Brites foi tomada por um juiz, depois de todo o expediente relacionado com o caso ter sido validado pelos superiores hierárquicos dos dois polícias e pelo Ministério Público de Sintra. Ainda não há data para o julgamento de Mário Brites.
Queixas contra jornais e televisões
Luís Maria, que chegou a ser alvo de uma investigação interna da PSP para se apurar as circunstâncias em que Mário Brites tinha sido detido, apresentou já várias queixas contra diversos órgãos de Comunicação Social, jornalistas e comentadores, entre os quais o jornal Correio da Manhã e a TVI .
O agente exige indemnizações cíveis que totalizam mais de 100 mil euros, por danos morais sofridos e por ter visto colocada a sua carreira em risco. O facto de o Ministério Público ter confirmado a acusação contra Mário Brites poderá revelar-se, segundo vários juristas ouvidos pelo “o Crime”, um argumento de peso para a defesa dos interesses de Luís Maria."
Fonte :
https://crimedigoeu.wordpress.com/2012/07/27/jornal-correio-da-manha-acusou-policias-de-prender-inocente-e-a-noticia-revelou-se-falsa/
Segundo a manchete do jornal CORREIO DA MANHÃ – edição de 06-10-2011
-, e depois citada por quase todos os órgãos de comunicação social do
País e largamente difundida na Internet, um homem “inocente” teria sido
preso durante cinco meses por dois polícias que teriam forjado provas. O
Ministério Público acusou recentemente o indivíduo de ter tentado
assassinar o Polícia. E agora quem indemniza e lava a imagem dos agente
Luís Maria e António Nereu? Por causa da notícia os polícias e a PSP
estiveram debaixo de fogo. O «Correio da Manhã«,uma espécier de Crime
diário, por que não faz uma manchete a dizer: ACUSADO POLÍCIA INOCENTE
DE PRENDER INOCENTE!, cumprindo as normas éticas e deontológicas que
devem caracterizar um orgão de comunicação social que é líder de
audiências e, por isso mesmo, devia ter cautelas acrescidas na
divulgação de noticias,cumprindo as regras éticas e deontológicas que se
impunhamSegundo revelou o jornalista Carlos Tomás, no jornal «o Crime», um indivíduo que vários órgãos de Comunicação Social disseram ter estado cinco meses preso preventivamente, estando, segundo foi então divulgado, inocente, foi este mês formalmente acusado dos crimes que lhe eram atribuídos e que motivaram a sua prisão preventiva: ameaças à integridade física, posse de arma proibida e tentativa de homicídio de um agente da PSP que participou na sua detenção. Mário Brites, de 41 anos, foi posto em liberdade, em Outubro de 2011 e o agente da PSP passou a ser indicado como suspeito de ter falsificado os autos da detenção e inventado o crime, tendo para isso contado com a ajuda de outro polícia. Uma alegada vingança pessoal teria estado na origem da “montagem” do crime, segundo a versão tornada pública pelo jornal Correio da Manhã e que foi sempre refutada pelo agente envolvido, Luís Maria e pelo seu colega, António Nereu, que continuam ao serviço. O arguido agora acusado sempre clamou a sua inocência.
“Vingança de quê? Eu não tinha motivo nenhum para me querer vingar desse indivíduo. Pelo contrário. Ele é que tinha, porque devia dinheiro ao condomínio do prédio onde sou administrador. Aliás, eu até tinha uma ordem de penhora do carro dele e não a executei por achar que o prédio ficava mais bem servido se recebesse o dinheiro em
dívida. Ele é que me ameaçou várias vezes de morte, tanto à porta do
prédio, como na esquadra do Cacém, onde presto serviço. Foi detido
quando tentou concretizar essa ameaça”, garantiu a “o Crime” Luís Maria,
o agente sobre quem foram lançadas suspeitas de ter prendido “um
inocente” e que viu este mês o Ministério Público de Sintra dar-lhe
razão.O agente-principal vai mais longe: “Pergunto apenas uma coisa: o que estava o indivíduo a fazer à porta do prédio que eu administro, às 21h00, e armado, se ele já não vive lá há mais de dois anos? Horas antes da ocorrência andou por lá a dizer que me queria matar. Os exames feitos no Laboratório de Polícia Científica confirmaram logo na altura que ele disparou uma arma. Depois vieram dizer que eu plantei a arma no local do crime e um invólucro. Uma loucura. Estou na classe exemplar de comportamento da PSP e ele tem um cadastro enorme e queriam que eu fosse o criminoso? Não tinha lógica nenhuma e agora tudo se esclareceu.”
Espancou grávida
António Nereu, o agente que, segundo as notícias tornadas públicas em Outubro do ano passado, era suspeito de cumplicidade no caso da prisão com provas falsas de Mário Brites é lacónico: “Limitei-me a contar a verdade no sítio onde devia. Nada tenho a dizer sobre isso. O que se passou já disse em sede própria e mantenho tudo.”
António Nereu garantiu no inquérito que fundamentou a acusação agora deduzida pelo Ministério Público que ouviu dois tiros e que saiu do carro onde aguardava pela chegada de Luís Maria para irem jantar para ver o que se passava. Deparou-se com o colega envolvido em confrontos físicos com Mário Brites e ajudou a dominá-lo. Segundo as notícias então divulgadas, a PJ interrogou vários vizinhos e nenhum deles disse ter ouvido disparos. Curiosamente, no inquérito não consta nenhum desses interrogatórios supostamente feitos por investigadores da Judiciária
Segundo a acusação do Ministério Público, um carro penhorado terá estado na origem da tentativa de homicídio qualificado do agente da PSP da esquadra do Cacém. O caso ocorreu em Maio de 2011, na Rua Cidade de Londres, naquela localidade do concelho de Sintra, quando Mário Brites, diz o Ministério Público, fez uma espera ao polícia, a quem já ameaçara várias vezes, acabando por sacar de uma arma e efectuar dois disparos sem que, no entanto, conseguisse atingir o alvo. Acabaria por ser desarmado e detido pelo próprio agente e por outro elemento da PSP.
Segundo a acusação, Mário Brites, natural de Moçambique, deslocou-se à Rua Cidade de Londres na tarde de um sábado e começou de imediato a procurar o agente Luís Maria, que não se encontrava na sua residência, situada no nº 11 daquela artéria do Cacém, prédio onde o indivíduo também viveu, deixando uma dívida por saldar ao condomínio após vender a casa. Face à ausência do polícia, igualmente administrador do imóvel, Mário Brites tornou público que estava ali para o balear.
«Não é verdade que o tipo que foi solto não tenha feito nada naquele dia como dizem. Ele bateu a todas as portas do prédio à procura do administrador e a dizer que era desta que o matava. Dizia que lhe metia três balázios na cabeça. O indivíduo é muito conflituoso e toda a gente aqui na zona tem medo dele. Vivia com uma mulher em quem batia quase todos os dias. A coitada da senhora estava grávida e ele dava-lhe pontapés na barriga. A primeira mulher dele fugiu de casa por não aguentar os maus tratos», contou um dos moradores do prédio nº 11, solicitando o anonimato. Existe uma queixa no Ministério Público, a que o jornal “o Crime” teve acesso, da jovem de 17 anos que acusa Mário Brites de a ter espancado quando estava grávida.
O agente Luís Maria, segundo consta da acusação, terá sido avisado por um vizinho, via telemóvel, da espera que lhe estava a ser feita e interrompeu as compras que estava a fazer num hipermercado para ir confrontar o indivíduo. Mal se aproximou de Mário Brites este sacou de uma pistola calibre 6,35 milímetros e tentou alvejá-lo. Porém, o agente conseguiu agarrar-lhe o braço e desviar a pistola da sua direcção, tendo os dois disparos que o agressor fez saído em direcção ao céu, não ferindo ninguém. Após evitar ser baleado o agente conseguiu fazer com que o agressor largasse a arma e, contando com a ajuda de um segundo polícia, António Nereu, com quem Luís Maria tinha combinado jantar nessa noite, deteve o alegado agressor.
Em liberdade
Durante os confrontos, consta ainda da acusação, aproximou-se do local uma quarta pessoa, que foi identificada como sendo Marco Lança, e que terá tentado evitar que Luís Maria recebesse a ajuda do colega, tendo este último usado gás pimenta para afastar o indivíduo do local. Efectuada a detenção e já sem Marco Lança presente, os agentes rapidamente se aperceberam que a arma usada na tentativa de homicídio tinha desaparecido. Com a chegada de mais polícias ao local, iniciaram-se de imediato buscas para se tentar encontrar a arma que acabou por ser localizada junto a uma roda de um carro estacionado em frente ao prédio onde vive Marco Lança. A arma ainda estava carregada quando foi recuperada, com apenas uma munição na câmara e pronta a fazer fogo. Foi o próprio Luís Maria que, horas mais tarde, por ordens superiores, se deslocou ao local à procura dos invólucros, tendo apenas recuperado um.
Antes de se dirigir à Rua Cidade de Londres, consta ainda da acusação do Ministério Público, o indivíduo em causa já tinha sido interveniente noutro confronto, também com recurso a arma de fogo, que não usou, na Rua Malaquíades Marques, tendo-se colocado em fuga na respectiva viatura quando vários populares o tentaram prender.
Luís Maria diz, na acusação, que as ameaças contra si começaram sensivelmente seis meses antes do incidente que levou à detenção de Mário Brites, altura em que o indivíduo vendeu a casa que tinha no 4º andar do nº 11 da Rua Cidade de Londres, deixando uma dívida superior a mil euros ao condomínio. O agente revelou que tentou receber a quantia em falta enquanto administrador do imóvel, mas sempre sem sucesso, acabando a administração de condóminos por mover uma acção executiva que culminou com a penhora da viatura de Mário Brites.
Na sequência do confronto com o ex-vizinho, lê-se na acusação, o agente Luís Maria sofreu várias escoriações nos braços e no pescoço, o mesmo sucedendo com o agressor, mas nenhum precisou de receber tratamento hospitalar. O polícia ficou ainda com os óculos e um relógio partidos.
Mário Brites, que vai permanecer em liberdade até ao julgamento, está sujeito a apresentações diárias no posto da GNR da área da sua residência e proibido de se aproximar a menos de 300 metros de Luís Maria. Incorre numa pena que varia entre os 12 e os 25 anos de prisão.
Refira-se que tanto Luís Maria como António Nereu, apesar das inúmeras notícias dando conta de que eram suspeitos de forjar provas e de incriminar um “inocente”, nunca foram arguidos em qualquer processo e que a decisão de mandar para a prisão Mário Brites foi tomada por um juiz, depois de todo o expediente relacionado com o caso ter sido validado pelos superiores hierárquicos dos dois polícias e pelo Ministério Público de Sintra. Ainda não há data para o julgamento de Mário Brites.
Queixas contra jornais e televisões
Luís Maria, que chegou a ser alvo de uma investigação interna da PSP para se apurar as circunstâncias em que Mário Brites tinha sido detido, apresentou já várias queixas contra diversos órgãos de Comunicação Social, jornalistas e comentadores, entre os quais o jornal Correio da Manhã e a TVI .
O agente exige indemnizações cíveis que totalizam mais de 100 mil euros, por danos morais sofridos e por ter visto colocada a sua carreira em risco. O facto de o Ministério Público ter confirmado a acusação contra Mário Brites poderá revelar-se, segundo vários juristas ouvidos pelo “o Crime”, um argumento de peso para a defesa dos interesses de Luís Maria."
Fonte :
https://crimedigoeu.wordpress.com/2012/07/27/jornal-correio-da-manha-acusou-policias-de-prender-inocente-e-a-noticia-revelou-se-falsa/
Policias vivem vidas arriscadas
Os Policias são seres humanos com vidas arriscadas,com vidas imersas
em riscos e perigos diversos e muitas vezes marcados por
criminosos,agredidos e até mortos em serviço ,são homens que saiem de
casa ,mas nunca sabem se voltarão a entrar!!!Os Policias que nós vemos nas ruas ,nos hospitais,nas esquadras e aonde quer que seja,muitas vezes apresentam um ar sisudo,uma expressão séria e uma postura um pouco fria ,mas isso tudo porque aprenderam a controlar as emoções e a esconder aquilo que sentem,e podem ter a certeza que não é qualquer pessoa que consegue entrar no verdadeiro mundo de um policia!!!
Os Policias são homens que usam uma farda ,representam uma determinada instituição e tem como missão servir,proteger e defender os cidadãos!!
Os Policias tambem têm familias para sustentar,para proteger e defender!
Muitas vezes deixam as familias deles sozinhas e desamparadas para irem ajudar outras familias que nem sequer conhecem mas que precisam deles!
Esses mesmos Policias no entanto,são também pessoas normais,que nas suas férias,nas suas folgas ou momentos de lazer andam sem fardas ,mas mesmo assim ,quando se apercebem que um cidadão corre perigo ,entram logo em campo e tudo fazem para o defenderem e protegerem,pois o "ser Policia" corre-lhes no sangue e nas veias!!
Os Policias que tantas vezes são mal amados ,enxovalhados e desrespeitados pelos proprios cidadãos ,são aqueles que morrem se preciso fôr, para defenderem e protegerem esses mesmos cidadãos,isso dá mesmo que pensar não dá???
Os Policias são elementos indispensaveis para todos nós,para a nossa segurança ,e para a ordem da nossa sociedade,pois sem eles não haveria segurança e nem ordem,viveriamos num caos e o crime prevaleceria !
Se mesmo com eles em campo,o crime continua a aumentar,eu nem quero imaginar o que seria sem eles...
Os Policias não fazem as leis ,mas fazem-nas cumprir!!
Os Policias são de pele e osso,mas as vezes obrigam-nos a ser de aço!
Os Policias não vivem,sobrevivem num mundo que nem imaginamos
Sobrevivem num mundo que nós queremos bem longe de nós...
num mundo aonde o crime e a criminalidade moram lado a lado!!
É nesse mesmo mundo que os Policias lutam dia a dia,
Lutam 365 dias por ano e 24 horas por dia ...
Os Policias vivem mesmo vidas arriscadas!!!
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